terça-feira, dezembro 26, 2006

Ervas na cozinha

Ver http://www.gardenerskitchen.co.uk/herblist.htm
Boa base de dados, de plantas e seus usos e efeitos

E http://www.btinternet.com/~periodplants/Weblist.htm e http://xnet.rrc.mb.ca/davidb/common_herbs.htm

Santolina

Conhecida por Santolina chamaecyparissus, vulgar planta orgamental de flores amarelas no verão e folhagem prateada de aroma limonado, é usada para distúrbios estomacais e menstruais, como vermícida em crianças (mata os vermes intestinais) e para sarar feridas vulgares, sendo excelente a reduzir imediatamente a dor em picadas de insecto.
No entanto as folhas podem causar irritação considerável em algumas peles sensíveis.
Pode ser usada também como condimento ou infusão (folhas frescas) para os casos anteriores.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Novas culturas II

Iniciei plantações de bolbos (várias túlipas, narcisos e jacintos, açúcenas, anémonas e crocus, frésias e íxias), de cereais a partir do grão (trigo, centeio, trigo-sarraceno) e legumes de plantinhas já compradas em alvéolo (bróculos, cebolas, alfaces e couve-roxa) e ervilha de grão.

Lá para Junho já espero ter as primeiras colheitas de vegetais completamente biológicos, sem quaisquer químicos adicionados. Ao mesmo tempo vou decorando com umas florzinhas das quais postarei aqui em breve as imagens.

Árvores em Portugal

A floresta portuguesa é característica de um clima mediterrânico e, em tempos idos, a floresta era constituída, em larga escala, por espécies como o carvalho-alvarinho, Quercus robur, o castanheiro, Castanea sativa, a azinheira, Quercus ilex rotundifolia, o sobreiro, Quercus suber, o medronheiro, Arbustus unedo e a oliveira, Olea europaea sativa. Dessas áreas restam manchas florestais, e das espécies, apenas pequenas zonas ou núcleos. Da zona vegetal primitiva portuguesa resta a Mata do Solitário, na Arrábida. Em todo o país, ao longo dos tempos a floresta foi degenerando em matagal (maquis) ou charneca (garrigue), ou então sendo substituída pelo pinheiro bravo, Pinus pinaster (30% da floresta) ou pelo eucalipto branco, Eucalyptus globulus (20% da floresta), que foram propagados em larga escala nos inícios do século XX.

Quanto à distribuição geográfica, os carvalhos estão presentes em quase todo o território nacional: O carvalho-alvarinho (Quercus robur) no Noroeste, ao longo da faixa litoral Minho-Leiria, onde a temperatura é amena e a humidade elevada; O carvalho-negral (Quercus pyrenaica), juntamente com o castanheiro (Castanea sativa) nas Beiras ou zonas mais elevadas. O sobreiro (Quercus suber) é uma espécie dominante no litoral sul, enquanto a azinheira (Quercus ilex rotundifolia) é mais frequente no interior do país. O carvalho- português ou carvalho-cerquinho (Quercus faginea) é dominante no litoral centro, o carrasco (Quercus coccifera) aparece mais frequentemente nas serranias calcárias e o carvalho-de-Monchique ou carvalho-das-canárias (Quercus canariensis) só existe na serra de Monchique. No Algarve predomina a alfarrobeira. Quanto ao pinheiro-manso, está bastante presente na península de Setúbal. Espécies ripícolas como os salgueiros, choupos, amieiro, ulmeiro, plátano, freixo e pinheiro-bravo são encontradas a norte do Tejo, e mais invulgarmente a sul (em pequenos núcleos) ou em subzonas do interior do país. O eucalipto encontra-se em zonas próximas do pinheiro-bravo. Algumas espécies florestais estão mesmo em perigo de extinção: o teixo (Taxus baccata), o azereiro (Prunus lusitanica) e o azevinho (Ilex aquifolium).

Azinheira

Carvalho alvarinho


Carvalho-português

Alfarrobeira

Medronheiro